Tanto proteccionismo ao plantel, que nem há direito a conferência de lançamento de jogos ou convocatórias, blackout para protecção do plantel, mas no final de um jogo temos um capitão que não sabe o que se passa, o treinador a meter os pés pelas mãos (e estranhamente a dizer que não tem de dar contas aos sócios), o médico a expor a situação clínica e uma conversa (confidencialidade médico-paciente?) que teve com o jogador e o director desportivo que "expõem" o caso e abre o balneário.
Eu sei que não é o meu clube e não me diz respeito, mas é assim que se protege o plantel? É assim que se resguarda a equipa e a unidade do grupo? É esta a protecção a um jogador que quis ficar quando o clube o queria vender? É este o novo modelo de gestão?
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